Tendencioso a subverter as abreviações:
Pret. Imp. Subj.
Pretenciosamente Impossivel (mas) Subjetivo.
Que nós amássemos.
Pres. do Sub.
Presidido Subconscientemente...
Que nós amemos.
Fut. Subj.
[Meu ato central]
Futil Subjulgado
Quando nós amarmos.
Analiso formas, de fôrmas, sentidos:
Amássemos - Nada de bom viria de algo constituído de dúvida e maldade;
Amemos - Memórias que não chegam... Focadas no eu lírico;
Amarmos - [Meu ideal] Esse novo ar de futuro, entre mares e amores.
Afogado em novos ares. Me perco lexicalmente.
Jones - Obj. Dir. e Ind.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Bi... May be 1/2 or 2x
Aos textos bobinhos, pois os mais tolos sentimentos também são os mais próximos da alma.
A música tocava a alma.
A música tocava na alma.
E esse sentimento bom era a brisa levando o vento.
E esse sentimento bom era a brisa caminhando contra ao vento.
E numa construção: O ambíguo estava longe do próprio umbigo.
E na construção: O umbigo era o próprio centro do ambíguo.
E me embolava em traduções simultâneas
E traduções se embolavam simultaneamente.
Ele cantava pra mim.
Nada...
Eles cantavam em mim.
A alma dividida:
Entre Chico e Caetano.
Entre he e I.
E minhas discussões eram banhadas em subjetivismos concreto.
Jo x Nes Jo/Nes
A música tocava a alma.
A música tocava na alma.
E esse sentimento bom era a brisa levando o vento.
E esse sentimento bom era a brisa caminhando contra ao vento.
E numa construção: O ambíguo estava longe do próprio umbigo.
E na construção: O umbigo era o próprio centro do ambíguo.
E me embolava em traduções simultâneas
E traduções se embolavam simultaneamente.
Ele cantava pra mim.
Nada...
Eles cantavam em mim.
A alma dividida:
Entre Chico e Caetano.
Entre he e I.
E minhas discussões eram banhadas em subjetivismos concreto.
Jo x Nes Jo/Nes
sábado, 14 de setembro de 2013
Declamação de Falência
Declaro, por meio dessa, minha falência:
Convalescido,
À Falecida.
Já
ontem
nomeei,
enquanto
sorria
Formada por superstições, crenças e afetos;
Amada antes que fosse tarde, e as curvas se tornassem retas;
Lidei com a morte.
Eufemismo? Com ou sem Suporte?
Na beira da lágrima, amarga a vida, respeitosa "partida.
Com os sinos da igreja, sonhei que a via.
Inexplicavelmente, um carinho sem nome...
[Sem dono,
[Chamaria de abandono
Antes fosse, era "apenas" saudades.
Convalescido,
À Falecida.
Já
ontem
nomeei,
enquanto
sorria
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Por não saber o que são palav...
João pronunciou uma palavra.
Feliz. F-E-L-I-Z Feliz!
Infelizmente...
Infeliz-João-mente.
Ahh João, deixe de besteiras...
In-João-felizmente
Pare de brincadeiras, asneiras, bobeiras...
Todas essas eiras.
Não mente, Infeliz!
Desconstruindo palavras,
João poetizava a linguística...
injoãomente.
Jonesmente
Feliz. F-E-L-I-Z Feliz!
Infelizmente...
Infeliz-João-mente.
Ahh João, deixe de besteiras...
In-João-felizmente
Pare de brincadeiras, asneiras, bobeiras...
Todas essas eiras.
Não mente, Infeliz!
Desconstruindo palavras,
João poetizava a linguística...
injoãomente.
Jonesmente
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Alusão à ilusão
Por ilusão, comecei meu texto pelo título.
Seria demais dizer que vi seu sorriso...
Num desgaste... dum fecho... de bolsa... alheia?
O trinco era circular: pela fricção acabou por desenhar uns traços lunáticos.
Era seu sorriso ali. Não mais.
Desminto tudo que acabei de dizer.
Não te vi. Me iludi. Imaginei ter te visto.
Tanto por alusões o poeta faz poesia,
que acaba nela emergindo companhias.
[Rimadinho, porque assim a vida faz menos sentido]
Se trabalho com ilusões, quase me perco ao/à fazer alusões.
Poetizar a dor é um trabalho ilusório ou uma eterna aluição?
Me desmereço, fingindo fazer menção e caindo em minha própria ficção.
(JONES, p. ?)
Seria demais dizer que vi seu sorriso...
Num desgaste... dum fecho... de bolsa... alheia?
O trinco era circular: pela fricção acabou por desenhar uns traços lunáticos.
Era seu sorriso ali. Não mais.
Desminto tudo que acabei de dizer.
Não te vi. Me iludi. Imaginei ter te visto.
Tanto por alusões o poeta faz poesia,
que acaba nela emergindo companhias.
[Rimadinho, porque assim a vida faz menos sentido]
Se trabalho com ilusões, quase me perco ao/à fazer alusões.
Poetizar a dor é um trabalho ilusório ou uma eterna aluição?
Me desmereço, fingindo fazer menção e caindo em minha própria ficção.
(JONES, p. ?)
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Konbanwa
Na sala redonda, arquitetada por Carrol... Portas e mais portas.
Sem "eat me" ou "drink me".
A sufocante possibilidade, as mil e uma portas fechadas. O lugar enormemente claustrofóbico. A incerteza.
A resolução... Uma coragem. Motivo de orgulho?
Na decisão não há abrir de portas. Há um transparecer: no lugar da madeira... vidro. Não só o próprio reflexo como toda mágica que o espera.
Sem "eat me" ou "drink me".
A sufocante possibilidade, as mil e uma portas fechadas. O lugar enormemente claustrofóbico. A incerteza.
A resolução... Uma coragem. Motivo de orgulho?
Na decisão não há abrir de portas. Há um transparecer: no lugar da madeira... vidro. Não só o próprio reflexo como toda mágica que o espera.
Acreditando piamente que não há trancas em um mundo primordial tenta se aproximar.
Do centro, onde estava desde o início, não consegue sair.
Os pés estão presos ao chão, nem havia percebido.
Tenta cavar, as unhas se ferem, em agonia o sangue raleia. O suor para de escorrer, como um desespero do corpo em poupar água.
As portas se lotam de expectadores. Em dúvida, não sabe se grita ou se Àcena.
Primeiro acena. Sem resposta.
O medo.
A vergonha?!
Tenta o grito, como nos versos de todos poetas, entalado na garganta.
Passa pela cabeça: "Apenas eu os vejo".
Uma Desculpa?Uma Mentira? A esperança?
Com auto-piedade, introspectivista.
Se agacha, cobre o rosto e em posição fetal perece.
Ao perecer, as paredes se esvaem. As portas permanecem, ligando o nada a nada....
Talvez, os pilares já não estivessem lá a muito.
Com rubores, arranhões e desesperança.
Acorda.
Do centro, onde estava desde o início, não consegue sair.
Os pés estão presos ao chão, nem havia percebido.
Tenta cavar, as unhas se ferem, em agonia o sangue raleia. O suor para de escorrer, como um desespero do corpo em poupar água.
As portas se lotam de expectadores. Em dúvida, não sabe se grita ou se Àcena.
Primeiro acena. Sem resposta.
O medo.
A vergonha?!
Tenta o grito, como nos versos de todos poetas, entalado na garganta.
Passa pela cabeça: "Apenas eu os vejo".
Uma Desculpa?Uma Mentira? A esperança?
Com auto-piedade, introspectivista.
Se agacha, cobre o rosto e em posição fetal perece.
Ao perecer, as paredes se esvaem. As portas permanecem, ligando o nada a nada....
Talvez, os pilares já não estivessem lá a muito.
Com rubores, arranhões e desesperança.
Acorda.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Id
Em cima da cama,
Uma folha dobrada:
"Eu te desprezo. Desprezar é a palavra correta.
Do fundo do seu ser, e você sabe.
A começar pelo seu modo de falar, sua grosseria desnecessária, sua malícia inoportuna, ironia incalculada, desleixo desnaturado.
Seu modo de se portar, seu descuido consigo mesmo, sua tentativa de se assaltar, seu inquilinismos quase predatório.
Odeio sua carência. Sua hipocrisia. Tentativa ridícula de chamar atenção, até chama os outros no facebook pra não falar nada mas ter mais gente com quem falar...
Alias, isso se deve ao asqueroso desejo de tentar ajudar: Falso, pra se inflar... pra se sentir melhor consigo mesmo.
Não suporto seus gritos, suas feições de asco, sua caricata 'sensibilidade'.
Pra que?
Destempero pela manhã, salgado pela tarde, agridoce pelo anoitecer e enjoativo pela madrugada.
Cretino, pare de se fazer de vitima. É patético. Repugnante. Ninguém é obrigado a te ver sofrer dores surrealistas, muito menos comemorar qualquer pseudo-conquista sua.
Ninguém merece suas postagens melancolicazinhas, seus textinhos meia-boca, seu compartilhamento de músiquinha que "expressa justamente oq eu sinto".
Vai tomar no seu cu, Otário. Vai se tratar, para de ceninha... ninguém realmente acredita que você é isso... ou tem aquilo.
Espero que você morra, ou no minimo deixe de ser tão escroto."
Sem assinatura, sem pistas. Encontrei na caligrafia e na antipatia.
Do Superego ao Ego
Uma folha dobrada:
"Eu te desprezo. Desprezar é a palavra correta.
Do fundo do seu ser, e você sabe.
A começar pelo seu modo de falar, sua grosseria desnecessária, sua malícia inoportuna, ironia incalculada, desleixo desnaturado.
Seu modo de se portar, seu descuido consigo mesmo, sua tentativa de se assaltar, seu inquilinismos quase predatório.
Odeio sua carência. Sua hipocrisia. Tentativa ridícula de chamar atenção, até chama os outros no facebook pra não falar nada mas ter mais gente com quem falar...
Alias, isso se deve ao asqueroso desejo de tentar ajudar: Falso, pra se inflar... pra se sentir melhor consigo mesmo.
Não suporto seus gritos, suas feições de asco, sua caricata 'sensibilidade'.
Pra que?
Destempero pela manhã, salgado pela tarde, agridoce pelo anoitecer e enjoativo pela madrugada.
Cretino, pare de se fazer de vitima. É patético. Repugnante. Ninguém é obrigado a te ver sofrer dores surrealistas, muito menos comemorar qualquer pseudo-conquista sua.
Ninguém merece suas postagens melancolicazinhas, seus textinhos meia-boca, seu compartilhamento de músiquinha que "expressa justamente oq eu sinto".
Vai tomar no seu cu, Otário. Vai se tratar, para de ceninha... ninguém realmente acredita que você é isso... ou tem aquilo.
Espero que você morra, ou no minimo deixe de ser tão escroto."
Sem assinatura, sem pistas. Encontrei na caligrafia e na antipatia.
Do Superego ao Ego
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